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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Chuva: A pista molhada separa "Homens de Meninos"

Chuva em corrida de Formula 1, sempre é muito mais que um simples fenômeno atmosférico natural. É só aparecer uma nuvem mais escura no céu, para começar a correria. Nos boxes os engenheiro trocam estratégias, mecânicos posicionam os pneus. Os meteorologistas tentam adivinhar quando começa e quanto vai durar a chuva. O Galvão Bueno (narrador de tv Brasileira de F1) começa profetizar. Nas arquibancadas é um corre-corre dos que não querem se molhar, abrindo guarda-chuvas, capas, jornais e etc.. É festa dos que não estão nem aí com a água que cai do céu.


Será que vai chover em Interlagos?
Na pista, uns pilotos se animam, outros lamentam. Todos consultam os boxes. “Quando vamos parar? Qual pneu fulano tem? Dá pra ir com pneu de seco, mesmo?". Se começa secar, perguntam sobre trechos molhados e etc...
Mas o que não dá para negar, é que na chuva, os mitos se sobressaem. A pista molhada separa "Homens de Meninos", sem contar que é um espetáculo à parte.

Ayrton Senna - McLaren-Ford - Interlagos, GP do Brasil, 1993
O que não pode-se negar, é que com chuva a pista fica mais escorregadia, mas nada além que justifique alguns comentários e reportagens que dizem que com chuva, aumenta-se  o risco de acidentes fatais. 
Pesquisando na internet, levantei dados que dizem totalmente o contrário: São 905 corridas de F1, sendo que 140 delas, foram disputadas com chuva, pista molhada ou úmida. Sendo assim, 15,4% das corridas, com o número de 16 pilotos que morreram em corridas. Mas destes 16, só 2 morreram em corridas com chuva; John Taylor, na Alemanha, em 1966, e Jo Schlesser, na França, em 1968. Em nenhum dos casos, havia chuva forte ou tempestade. Taylor bateu na largada e morreu no hospital, dias depois do acidente, devido a queimaduras.

Acidente de Jo Schlesser
Schlesser morreu depois de bater em um barranco, sem que houvesse qualquer relação com a pista molhada. O acidente seria comum, mas carro do francês explodiu logo após a batida. A Honda testava naquela corrida um novo sistema de entrada de ar. John Surtees havia se recusado a correr com o carro, a que chamou de “armadilha mortal”. Até mesmo o acidente de Jules Bianchi, que segue em coma, apesar da forte chuva, tomou mais gravidade devido ao posicionamento errado do trator que o carro dele colidiu.

Enfim, quero falar dos espetáculos, das cenas mágicas e de números que a chuva traz. E como não se lembrar da primeira volta do GP da Europa de 1993?


Ao contrario do que todos dizem, Senna não foi o maior vencedor sob chuva. Senna talvez tenha sido o melhor piloto que a Formula 1 já teve em pista molhada. Mas não foi o maior vencedor em números absolutos, que foi Michael Schumacher, 13 vitórias de Senna contra 18 do alemão. mas Ayrton venceu 5 de suas 6 primeiras corridas sob chuva, sendo que ainda ficou em segundo na primeira disputada em Mônaco em 1984. Na atualidade, Jason Button é o melhor, com 6 vitórias e Louis Hamilton com 5.

Michael Schumacher - Benetton - Interlagos, Brasil, 1994

O francês Alain Prost leva a fama de pior piloto com chuva. O que é uma injustiça, já que o Professor errava como qualquer outro, mas ainda paga pela rodada na volta de apresentação no GP de San Marino de 1991. O problema de Prost na chuva era Ayrton Senna, que sempre foi muito melhor nestas condições.



Alain Prost, Renault,1983

Ainda assim, o tetracampeão terminou a carreira com quatro vitórias em pista molhada, inclusive Mônaco em 1984. Nigel Mansell, considerado mais arrojado, venceu três vezes em pista molhada (mas errava em pista seca), mesmo número de Carlos Reutemann, considerado um bom piloto de chuva. Nelson Piquet, por exemplo, venceu duas vezes no molhado – no GP de San Marino e Alemanha de 1981.

Nelson Piquet - Benetton B189B - GP dos EUA, 1990

Número de vitórias na chuva ou com pista úmida:
  • Schumacher: 19
  • Senna: 13
  • Fangio e Button: 6
  • D. Hill e Hamilton: 5
  • Ascari, Prost e Alonso: 4
  • Moss, Brabham, G. Hill, Clark, Stewart, Ickx, Fittipaldi, Hunt, Reutemann, Mansell e Vettel: 3
  • Villeneuve, Piquet, Boutsen, Barrichello e Raikkonen: 2

Em percentual:

  • Fangio (6 em 8)75%
  • Senna (13 em 22) 59%
  • Ascari (4 em 8) 50%
  • Moss (3 em 7) 45%
  • Schumacher (19 em 52): 36,5%
  • Clark (3 em 12) 25%
  • D. Hill (5 em 22) 23%
  • Hamilton (5 em 22) 22,7%
  • Stewart (3 em 15) 20%
  • Hunt (3 em 15) 20%
  • Ickx (3 em 16) 20%
  • Brabham (3 em 17) 18%
  • Button (6 em 38) 15,8 %
  • Fittipaldi (3 em 21) 15%
  • Ricciardo (1 em 7) 14 %
  • Prost (4 em 28)14,3%
  • Vettel (3 em 22) 13,6 %
  • Reutemann (3 em 24) 12,5%
  • Piquet (2 em 19) 12%
  • Mansell (3 em 26) 11,5%
  • G. Hill (3 em 30) 10%
  • Alonso (3 em 33) 9,1 %
  • Raikkonen (2 em 27) 7,4%
  • Barrichello (2 em 52) 3,8%

Corridas na chuva ou com pista úmida na F1:

  • 1950: EUA (Parsons)
  • 1951: Sui (Fangio)
  • 1952: Bel (Ascari), Fra (Ascari), Hol (Ascari)
  • 1953: Ing (Ascari)
  • 1954: Arg (Fangio), Ing (Fangio) e Sui (Fangio)
OBS: França 54 foi com pista ligeiramente úmida, mas não choveu na corrida.

  • 1955: Hol (Fangio)
  • 1956: Bel (Collins) e Ale (Fangio)
  • 1957: NENHUMA
  • 1958: Por (Moss)
  • 1959: NENHUMA
  • 1960: Mon (Moss)
  • 1961: Ing (Von Trips) e Ale (Moss)
  • 1962 : Ale(G Hill) e Ita (G Hill)
  • 1963: Bel (Clark) e Fra (Clark)
  • 1964: NENHUMA
  • 1965: Bel (Clark) e EUA (G Hill)
OBS: África do Sul choveu fraco no final, mas não foi considerada corrida com chuva.
  • 1966: Bel (Surtees), Ing (Brabham) e Ale (Brabham)
  • 1967: Can (Brabham)
  • 1968: Hol (Stewart), Fra (Ickx) e Ale (Stewart)
  • 1969: NENHUMA
  • 1970: NENHUMA
  • 1971: Hol (Ickx) e Can (Ickx)
  • 1972: Esp (Fittipaldi), Mon (Beltoise) e EUA (Stewart)
  • 1973: Can (Revson)
  • 1974: Bra (Fittipaldi), Esp (Lauda) e Ale (Regazzoni)
  • 1975: Mon (Lauda), Hol (Hunt), Ing (Fittipaldi) e Aut (Brambila)
OBS: Espanha 1975 começou com pista úmida, mas não choveu na corrida.
  • 1976: Ale (Hunt) e Jap (Andretti)
  • 1977: EUA II (Hunt), Bel (Nilsson) e Aut (Jones)
  • 1978: Aut (Peterson)
  • 1979: Afr (Villeneuve) e EUA II (Villeneuve)
  • 1980: Mon (Retemann)
  • 1981: Bra (Reutemann), San (Piquet), Bel (Reutemann), Fra (Prost), Ale (Piquet) e Can (Laffite)
  • 1982: Mon (Patrese)
  • 1983: Mon (Rosberg)
  • 1984: Mon (Prost)
  • 1985: Por (Senna) e Bel (Senna)
  • 1986: NENHUMA
  • 1987: NENHUMA
  • 1988: Ing (Senna), Ale (Senna) e Jap (Senna)
  • 1989: Can (Boutsen), Bel (Senna) e Aus (Boutsen)
  • 1990: Can (Senna)
  • 1991: Bra (Senna), San (Senna), Esp (Mansell) e Aus (Senna)
  • 1992: Esp (Mansell), Fra (Mansell) e Bel (Schumacher)
  • 1993: Afr (Prost), Bra (Senna), Eur (Senna), San (Prost) e Jap (Senna)
  • 1994: Jap (Hill)
  • 1995: Arg (Hill), San (Hill), Bel (Schumacher), Eur (Schumacher) e Jap (Schumacher)
  • 1996: Bra (Hill), Mon (Panis), Esp (Schumacher)
  • 1997: Mon (Schumacher), Fra (Schumacher) e Bel (Schumacher)
  • 1998: Arg (Schumacher), Ing (Schumacher) e Bel (Hill)
  • 1999: Fra (Frenzten) e Eur (Herbert)
  • 2000: Eur (Schumacher), Can (Schumacher), Ale (Barrichello), Bel (Hakkinen), EUA (Schumacher) e Jap (Schumacher)
  • 2001: Mal (Schumacher) e Bra (Coulthard)
  • 2002: Ing (Schumacher)
  • 2003: Bra(Fisichella) e EUA (Schumacher)
OBS: Austrália 2003, pista seca com alguns trechos úmidos, mas não considerei.
OBS: Áustria 2003, garoou um pouco, mas a pista não molhou a pista.
  • 2004: Mal (Schumacher), Ita (Barrichello) e Bra (Montoya)
  • 2005: Bel (Raikkonen)
  • 2006: Hun (Button) e Chi (Schumacher)
  • 2007: Eur (Alonso), Jap (Hamilton) e Chi (Raikkonen)
  • 2008: Mon (Hamilton), Ing (Hamilton), Bel (Massa), Ita (Vettel) e Bra (Massa)
OBS: França 54 foi com pista ligeiramente úmida, mas não choveu na corrida.
  • 2009: Mal (Button) e Chi (Vettel)
  • 2010: Aus (Button), Chi (Button), Bel (Hamilton) e Cor (Alonso)
  • 2011: Can(Button), Ing (Alonso) e Hun (Button)
  • 2012: Mal (Alonso) e Bra (Button)
  • 2013: Mal (Vettel)
  • 2014: Hun (Ricciardo) e Jap (Hamilton)

Vamos ao que interessa, as fantásticas imagens nas chuvas:

Mario Andretti, Ferrari 312B, GP de Monaco 1970

 GP Alemanha em AVUS - Hans Herrmann - BRM , 1959
Tierry Boutsen, Willians, GP Canadá, 1989.

Hoje, a luz vermelha não é só usada em dia de chuva.
Em dias sem chuvas, ela indica que o piloto da frente
não está com potencia total em seu carro, logo,
indica que ele vem mais lento.

Bellof, Mônaco 1984.

Senna, Mônaco 1984.

Alessandro Nannini - Benetton B189
Adelaide, GP da Austrália - 1989

Andrea de Cesaris, Marlboro Alfa Romeo 179,
GP do Canadá, 1980

Senna, GP da Austrália, 1991

Senna, Lotus, GP de Portugal, 1985

Ayrton Senna - Williams - Interlagos, GP Brasil, 1994

Ayrton Senna e Nigel Mansell, GP Austrália, 1991.

Senna passando Patrese, GP da Aestrália de 1991

Ayrton Senna era considerado o "Rei da chuva"

Vittorio Brambilla, vencendo o GP chuvoso da Austria, 1975

Bélgica 2012.

Bellof tinha uma habilidade incrível para andar na chuva.

Muitos acreditam que Bellof foi o adversário
que Senna não teve.

GP do Canadá, 1967

Brabham, GP Canadá 1967
Em menos de meia volta, Senna superou a Sauber de Wendlinger
e a Williams de Hill com uma agressividade impressionante.
GP da Arstrália de 1991.

Senna, Tolleman, Mônaco, 1984.

Espectadores com suas capas em dia de chuva em Interlagos.

GP da Suíça de 1951.

Graham Hill,  Lotus 49B,  Spa Francorchamps,
GP da Bélgica de 1968.

Gilles Villeneuve GP Canadá 1981

Senna e seu Lotus preto e dourado.

                         Beltoise em Monaco, 1972: 
última vitória da BRM na F-1 e primeira da Marlboro
Jacarepaguá, Rio de Janeiro, 1981.

GP do Japão 2007.

Pit lane no GP do Japão de 2014.

Jim Clark - Lotus 21 Climax - 1961

Jim Clark - Lotus - Spa Francorchamps, GP da Belgica- 1965

Jim Clark - Lotus - Spa Francorchamps, 1965

Jochen Rindt foi um dos sete sobreviventes
da primeira volta em Spa-Francorchamps,
quando um pé d’água no meio do circuito
pegou todo mundo de surpresa, 1966.

Mario Andretti - Lotus 78 - GP dos EUA, 1978

México 1963

Monte Carlo, GP de Mônaco 1972

Nigel Mansell - Williams-Honda - Estoril, GP de Portugal- 1985
Nigel Mansell, Ferrari 640  Spa, 1989

O norte-americano Johnnie Parsons,
vencedor das 500 Milhas de Indianápolis,
única prova realizada fora do continente europeu.
Apenas pilotos e equipes norte-americanas participaram da prova.

Patrick Tambay - Renault - Estoril, GP de Portugal 1985

Ronnie Peterson - March-Ford - Monte Carlo, 1972

Schumacher GP da Espanha, 1996

Senna durante os treinos em Donington 1993.

Nesta dá pra ver os sulcos dos pneus de chuva.
Jackie Stewart , GP da Alemanha, 1968



Chuva em Sepang,
a ponto de ter interrompido a corrida antes da metade em 2009

Uma tempestade histórica no GP do Japão 1976

Victor Pease, GP Canada, 1966



West McLaren-Mercedes MP4-13, Spa, 1998 

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Se a Corrida Maluca fosse F1.


E se um dos meus desenhos preferidos na infância, seguisse a pontuação da Formula 1? Wacky Races, Corrida Maluca no Brasil, foi um desenho animado produzido pela Hanna-Barbera e lançado pela CBS que foi produzido entre 14 de setembro de 1968 a 5 de setembro de 1970, rendendo 34 episódios. Os competidores buscavam o título mundial de "Corredor Mais Louco do Mundo".


Mas primeiro vamos apresentar as esquipes e seus pilotos:


Carro 00: Máquina do Mal era pilotada por Dick Vigarista e por Muttley, o seu companheiro canino, que tentam vencer a todo o custo fazendo todo tipo de trapaças, sempre sem êxito. Por ironia, a Máquina do Mal era aparentemente o carro mais veloz e mais bem equipado do desenho e mesmo assim Dick Vigarista jamais chegou a vencer a corrida: mesmo liderando com larga vantagem, Dick sempre parava no meio da corrida para montar suas armadilhas, mas seus planos invariavelmente falhavam e faziam-no acabar em último lugar.


 

Carro 1:  Carro de Pedra era pilotado pelos Irmãos Rocha, dois homens das cavernas em um carro de pedra, o qual lembra alguns carros da série Flintstones. O design dos irmãos foi refeito anos mais tarde e originou o Capitão Caverna. Batizou também uma banda brasileira.




Carro 2: Cupê Mal-Assombrado, pilotado pela Dupla Sinistra: Medonho e Medinho, era um carro cercado de fantasmas, que parecia a junção de um carro antigo com uma torre de um castelo da Transilvânia, que oculta no seu interior um dragão, uma serpente marinha, uma bruxa, entre muitas outras criaturas.




Carro 3: Carro Cheio-de-Truques, era pilotado pelo Professor Aéreo, um cientista louco, mas com um grande senso de humor. Era visto como rival de Dick Vigarista, pois o seu carro possuía sempre uma invenção que permitia parar as armadilhas feitas por Dick, e algumas vezes dava para chegar em primeiro lugar.




Carro 4: Máquina Voadora era um carro-avião vermelho pilotado pelo Barão Vermelho, o qual era baseado no famoso aviador. O nome do piloto originou o nome da banda brasileira homônima.




Carro 5: Carrinho pra frente no Brasil, era um carro guiado por Penélope Charmosa. Era um carro rosa com linhas femininas, que possuía várias engenhocas que ajudavam Penélope a manter-se bonita durante as corridas. Assim como Dick Vigarista e Muttley, Penélope teve direito a um desenho animado solo.



Carro 6: Carro Tanque, um carro híbrido, era a junção de um tanque e de um jipe pilotado pelo Soldado Meekley sob as ordens do Sargento Bombarda.





Carro 7: Carro-à-Prova de Balas, era conduzido pela Quadrilha de Morte, um grupo de simpáticos gangsters. Clyde - o líder, um gângster caricaturizado; Dum Dum - totalmente estúpido, mas às vezes consegue dar uma dentro; Queixinho - capaz de sacar objetos úteis para resolver os problemas, até aqueles de tamanhos incomuns; tinha um telefone com o qual recebia chamadas e - acreditem se quiser - até uma escada de emergência de 1000m de extensão; Pestana - dorminhoco, dormia até nos momentos de emergência. Apesar disso, estava sempre atento com o que se passava; Chorão - chorava a todo e qualquer momento, não importava se era alegre ou triste; Yak Yak - dava gargalhadas sempre, de tudo o que acontecia: "Ha, Ha, Ha, Ha… nós vamos explodir… Ha, Ha,…", também não importando se era alegre ou triste; Zippy - corredor e falador muito rápido.
Participaram mais tarde no desenho animado Penélope Charmosa.






Carro 8: Carroça a Vapor era conduzida pelo agricultor Tio Tomás e pelo covarde urso Chorão. Estes personagens foram baseados na Família Buscapé.




Carro 9: Carrão Aerodinâmico era um dragster pilotado por Peter Perfeito, um perfeito cavalheiro. Perfeito sempre se gabava de ter o carro mais poderoso de todos, chegando até chamá-lo de indestrutível algumas vezes. Porém era só papo dele, pois o carro quebrava com qualquer pancada, às vezes chegando até se desfazer por completo obrigando Perfeito a repará-lo constantemente, embora de vez em quando conseguisse safar-se de algumas situações bastante bizarras graças à sua notável aerodinâmica.




Carro 10: Carro-Tronco  era um carro de madeira com rodas que eram serras pilotado por Rufus Lenhador e pelo seu escudeiro, Dentes-de-Serra.





Vitórias

Dick Vigarista: Nenhuma. Dick chegou a vencer a corrida da Cidade Fantasma, mas foi desclassificado pelos juízes por ter trapaceado na chegada; e a corrida de Washington ganha na reta final e de cuja vitória abriu mão só para "dar um autógrafo" para Muttley.
Irmãos Rocha: 3 (Idaho 2, Baja-Ha-Ha e A toda Velocidade).
Coupé Assombrado: 3 (Wyoming, Road Island e Racine Carlsbad).
Professor Aéreo: 3 (Missouri, Texas e Uni-duni-tê).
Barão Vermelho: 3 (Arkansas, Altos e Baixos e Pólo Norte).
Penélope Charmosa: 4 (Cidade Fantasma, Alabama, Pensilvânia, Chillicothe).
Carro Tanque: 3 (Gorila, Chillicothe e Idaho).
Quadrilha de Morte: 4 (Virgínia, Dakota, Raleigh e Hackensack).
Carroça a Vapor: 5 (Yellow Rock, Pântano, Carlsbad, Dellaware e Hollywood).
Carrão Aerodinâmico: 4 (Mississipi, Washington, Deserto e Flórida).
Carro Tronco: 3 (Bem no Coração, Estrada Não Era Essa e Vale Tudo).



Pódios

A Máquina do Mal/Dick Vigarista e Muttley: Nenhum.
Carro Pedra/Irmãos Rocha: 13.
Coupé Mal-Assombrado/Irmãos Pavor: 13.
Carro de Mil e Uma Utilidades/Professor Aéreo: 13.
Carro Tronco/Rufus Lenhador e Dente de Serra: 13.
Carro à Prova de Balas/Quadrilha da Morte: 12.
Carrinho Para Frente/Penélope Charmosa: 11.
Carro da Primeira Guerra/Barão Vermelho: 10.
Carroça a Vapor/Tio Tomás e Chorão: 9.
Carrão Aerodinâmico/Peter Perfeito: 8.
Carro Tanque/Sargento Bombarda e Soldado Meekley: 4.





Classificação

É difícil definir quem seria o campeão da Corrida Maluca, pois raramente é mostrada a ordem de chegada após os três primeiros. Utilizando-se a pontuação utilizada na Fórmula 1 na época de exibição do desenho, sendo que o primeiro lugar recebia 9 pontos, o segundo 6 e o terceiro 4, para os três primeiros de cada corrida haveria seguinte classificação:

1º Professor Aéreo - 94 pontos
2º Irmãos Rocha - 79 pontos
3º Rufus Lenhador - 76 pontos
4º Quadrilha da Morte - 69 pontos
5º Coupé Mal Assombrado - 68 pontos
6º Penélope Charmosa-62 pontos
7º Barão Vermelho - 59 pontos
8º Tio Tomás - 58 pontos
9º Peter Perfeito - 56 pontos
10º Sargento Bombarda - 33 pontos
11º Dick Vigarista - 00 ponto


Entretanto pela pontuação atual da Formula 1 usada numa pesquisa da revista "Mundo Estranho", da Editora Abril em Julho de 2012 revela o resultado em outra ordem:

1º Carro de Pedra/Irmãos Rocha - 81 pontos
2º Carro-a-prova-de-balas/Quadrilha de Morte - 74 pontos
3º Cupê Mal-Assombrado/Irmãos Pavor - 69 pontos
4º Carroça á vapor/Tio Tomás e Chorão - 68 pontos
5º Carro Tronco/Rufus Lenhador e Dentes-de-serra - 67 pontos
6º Carro de Mil e Uma Utilidades/Professor Aérao - 65 pontos
7º Carrinho pra Frente/Penélope Charmosa - 64 pontos
8º Lata Voadora/Barão Vermelho - 63 pontos
9º Carrão Aerodinâmico/Peter Perfeito - 60 pontos
10º Carro-tanque/Sargento Bombarda e Soldado Meekley - 39 pontos
11º Máquina do Mal/Dick Vigarista e Muttley - 00 pontos

Queria ver se Fangio, Senna, Piquet ou Schumacher ganhariam alguma dessas corridas!





No dia 17 de abril de 2013, o fabricante de automóveis Peugeot lançou na TV um comercial criado pela Y&R filmado na cidade espanhola de Valência que apresenta os personagens da corrida em um universo real.O vídeo do comercial tornou-se um sucesso instantâneo no YouTube, com mais do que 2 milhões de acessos.



É isso aí pessoal, um post só pra relembrar o doce da infância. Quer mais histórico que isso? E se você não assistiu este desenho, meus pêsames.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

As novas regras da Fórmula 1 para 2015.

 
Bernie Ecclestone ao volante de um carro de Fórmula 1.
Ele disputou somente duas provas,
os GPs de Mônaco e da Grã-Bretanha de 1958.
A  Federação Internacional de Automobilismo (FIA) definiu uma série de mudanças para a próxima temporada da Fórmula 1, com o fim da pontuação dobrada na última corrida do campeonato, além de normas para relargadas e infrações.


Fim da pontuação dobrada

A controversa pontuação dobrada para a última corrida da temporada deixará de existir depois de apenas um ano de experiência.  Antes do GP de Abu Dabi, o questionamento era que o sistema poderia alterar o resultado da disputa entre Lewis Hamilton e Nico Rosberg. Para sorte da FIA, o inglês venceu a prova e poupou a entidade de mais críticas.
Para evitar novos riscos, todas as etapas de 2015 terão o mesmo sistema de pontuação:
1º colocado, 25 pontos
2º – 18
3º –  15
4º –  12
5º –  10
6º – 8
7º – 6
8º – 4
9º – 2
10º – 1

Fim da pontuação dobrada

A controversa pontuação dobrada para a última corrida da temporada deixará de existir depois de apenas um ano de experiência.  Antes do GP de Abu Dabi, o questionamento era que o sistema poderia alterar o resultado da disputa entre Lewis Hamilton e Nico Rosberg. Para sorte da FIA, o inglês venceu a prova e poupou a entidade de mais críticas.

Safety car virtual

O acidente de Jules Bianchi em Suzuka provocou mudanças nas regras de segurança. A principal é a criação do safety car virtual: a partir de 2015, os carros terão a velocidade limitada por um sistema eletrônico. A intenção é fazer com que mesmo os carros que ainda não avistaram a bandeira amarela na pista, em caso de acidente, diminuam a velocidade e reduzam os riscos de um novo acidente.
Relargadas
Ainda em relação ao acidente de Bianchi, a FIA descartou a ideia de estabelecer a relargada parada a cada entrada do safety car na pista. Também por motivos de segurança, a entidade mudou o procedimento que deve ser seguido pelos pilotos quando a prova é suspensa. Agora os carros devem deixar a pista rumo ao pit lane em vez de se deslocarem para o grid. No pit lane, eles têm de permanecer enfileirados até o reinício da corrida.

Superlicença

Depois das críticas relacionadas à contratação de Max Verstappen (na foto acima), de 17 anos, que correrá pelo Toro Rosso, a FIA mudou as regras para a superlicença: apenas pilotos maiores de 18 anos e com pelo menos dois anos de experiência em categorias menores poderão correr na F1. A só passará a valer em 2016, e, assim, Verstappen poderá pilotar normalmente na próxima temporada.

Carros

Quanto aos monopostos, as novidades se concentram no peso. Eles deverão ter pelo menos 702 quilos, sem contar o combustível. A FIA impôs limitações aos testes em túnel de vento, às variações nas suspensões dos monopostos e exigiu melhorias na proteção da célula onde fica o piloto, em mais uma consequência direta do acidente de Bianchi.

Infrações

A FIA definiu que membros da equipe terão 15 segundos para deixar a pista após sinal dado pelos comissários antes da largada. Em caso de infração, piloto do time envolvido na irregularidade terá de largar do pit lane. Entre outras novas penas, a entidade criou a punição de 10 segundos nos boxes, útil em 2015 por causa da alteração na regra que pune pilotos que excedem as trocas de componentes do motor. Pelas novas definições, punições mais duras no grid não serão transferidas para a etapa seguinte. Elas serão cumpridas na mesma prova, em forma de passagem pelos boxes.

Novo calendário

GP da Austrália (Melbourne), em 15 de março
GP da Malásia (Sepang), em 29 de março
GP da China (Xangai), em 12 de abril
GP do Bahrein (Sakhir), em 19 de abril
GP da Espanha (Barcelona), em 10 de maio
GP de Mônaco (Montecarlo), em 24 de maio
GP do Canadá (Montreal), em 7 de junho
GP da Áustria (Spielberg), em 21 de junho
GP da Inglaterra (Silverstone), em 5 de julho
GP da Alemanha (Nurburgring), em 19 de julho
GP da Hungria (Budapeste), em 26 de julho
GP da Bélgica (Spa-Francorchamps), em 23 de agosto
GP da Itália (Monza), em 6 de setembro
GP de Singapura, (Marina Bay), em 20 de setembro
GP do Japão (Suzuka), em 27 de setembro
GP da Rússia (Sochi), em 11 de outubro
GP dos Estados Unidos (Austin), em 25 de outubro
GP do México (Hermanos Rodríguez), em 1º de novembro
GP do Brasil (Interlagos), em 15 de novembro
GP de Abu Dhabi (Yas Marina), em 29 de novembro
Agora voltemos à programação normal: Vamos de imagens históricas....
_Joakim Bonnier, Porsche F1-804 sw, 1962.

1968 GP de Mônaco - Graham Hill (Lotus).

Largada GP da Austrália, 1971.

Frank Williams, Henri Pescaro,  Paul Ricard, 1971.

 Howden Ganley depois da corrida da vitória,
Brands Hatch, 1971.

Andrea de Adamich,  Brabham BT42 ,
GP de Silverstone, 1973.

Tyrrell 005 de  Francois Cevert, Silverstone, 1973.

Reunião dos pilotos, 1973.

Alessandro Nannini (Benetton-Ford)
Nelson Piquet (Benetton-Ford)
Monte Carlo, GP Monaco - 1990

Alfa Romeo 159 Alfetta-3529

Benetton B195, 1995
Michael Schumacher, Johnny Herbert

Camel Lotus-Honda 99T, Silverstone, 1987.

Didier Pironi, Ferrari, 1982.

GP da Inglaterra 1984 - Brands Hatch.

Hill consultando seus tempos
na Spring Cup, 1965.

James Hunt, 1979.